São muitos os desafios que permeiam o fazer pedagógico na escola atualmente: as transformações de conceitos e de conhecimentos, a apropriação de novos recursos cognitivos, a inclusão de novas tecnologias na sala de aula, a criação das comunidades virtuais, a possibilidade já concretizada do ensino à distância. Esta novas características podem ter um caráter altamente problemático, principalmente para os docentes formados há muitos anos, com muitas características do ensino tradicional e que, muitas vezes, apresentam certa resistência a incorporar estas “novidades”.
A formação de professores precisa incorporar as novas tecnologias, ter um caráter interdisciplinar ou multidisciplinar, aproveitando conhecimentos e saberes de diversas áreas. O professor deve repensar a sala de aula como um espaço que não seja fechado e isolado do mundo, pois as navegações dos alunos pelos espaços virtuais da internet não foram construídos exclusivamente para eles, daí a importância da orientação, da mediação e da intervenção pedagógica dos educadores nesses espaços, objetivando a construção dos conhecimentos e das competências
A concretude de um trabalho pedagógico integrado com as novas tecnologias exige novos olhares, novas leituras de mundo e novas rotas (metodologias e projetos) da equipe docente e da equipe gestora. Com esse impacto do uso de novas tecnologias de comunicação e de informação, que potencializam novas discussões e produções no contexto educacional, provocam também o questionamento referente ao processo de inclusão escolar de pessoas com e sem deficiências temporárias ou permanentes de adaptação nessa nova perspectiva.
Pensar programas integrados, elaborar projetos didáticos contextualizados, selecionar softwares adequados às aprendizagens dos educandos, organizar o ambiente multimídia e demais ferramentas são alguns indicadores relativos ao trabalho da Coordenação Pedagógica em parceria com o trabalho dos educadores, revelando as múltiplas possibilidades para favorecer a compreensão dos alunos, potencializando e colaborando à geração de novas propostas de estratégias do ensinar e do aprender.
Neste sentido, cabe ao professor ser capaz de estimular e promover:
1. Informação atualizada (Estar sempre atentos às novas possibilidades de acesso à informação e à tecnologia, não ignorar e nem tratar com desdém os avanços tecnológicos).
2. Ampliar o alcance das salas de aula (Não é mais possível se pensar em construir novos conhecimentos e nem se pensar na formação de cidadão críticos e conscientes somente no interior das quatro paredes de uma sala de aula, pois o “mundo”acontece lá fora.)
3. Construir novos ambientes educativos (Incorporar possibilidades de ensino à distância e de novos ambientes “extra – escolares” como possibilidades de estimulação e de desenvolvimento de diferentes competências nos alunos e também nos professores).
Enfim, trabalhar com educação numa perspectiva transformadora é pensar em incorporar as transformações na própria formação do educador, a escola não pode mais se manter a margem destas mudanças.
A formação de professores precisa incorporar as novas tecnologias, ter um caráter interdisciplinar ou multidisciplinar, aproveitando conhecimentos e saberes de diversas áreas. O professor deve repensar a sala de aula como um espaço que não seja fechado e isolado do mundo, pois as navegações dos alunos pelos espaços virtuais da internet não foram construídos exclusivamente para eles, daí a importância da orientação, da mediação e da intervenção pedagógica dos educadores nesses espaços, objetivando a construção dos conhecimentos e das competências
A concretude de um trabalho pedagógico integrado com as novas tecnologias exige novos olhares, novas leituras de mundo e novas rotas (metodologias e projetos) da equipe docente e da equipe gestora. Com esse impacto do uso de novas tecnologias de comunicação e de informação, que potencializam novas discussões e produções no contexto educacional, provocam também o questionamento referente ao processo de inclusão escolar de pessoas com e sem deficiências temporárias ou permanentes de adaptação nessa nova perspectiva.
Pensar programas integrados, elaborar projetos didáticos contextualizados, selecionar softwares adequados às aprendizagens dos educandos, organizar o ambiente multimídia e demais ferramentas são alguns indicadores relativos ao trabalho da Coordenação Pedagógica em parceria com o trabalho dos educadores, revelando as múltiplas possibilidades para favorecer a compreensão dos alunos, potencializando e colaborando à geração de novas propostas de estratégias do ensinar e do aprender.
Neste sentido, cabe ao professor ser capaz de estimular e promover:
1. Informação atualizada (Estar sempre atentos às novas possibilidades de acesso à informação e à tecnologia, não ignorar e nem tratar com desdém os avanços tecnológicos).
2. Ampliar o alcance das salas de aula (Não é mais possível se pensar em construir novos conhecimentos e nem se pensar na formação de cidadão críticos e conscientes somente no interior das quatro paredes de uma sala de aula, pois o “mundo”acontece lá fora.)
3. Construir novos ambientes educativos (Incorporar possibilidades de ensino à distância e de novos ambientes “extra – escolares” como possibilidades de estimulação e de desenvolvimento de diferentes competências nos alunos e também nos professores).
Enfim, trabalhar com educação numa perspectiva transformadora é pensar em incorporar as transformações na própria formação do educador, a escola não pode mais se manter a margem destas mudanças.