Nada por si só é ruim ou bom. Qualquer ferramenta utilizada em educação, se não for pensada e conduzida com os devidos cuidados e considerações pode acabar se transformando num desastre, que dizer então quando esse processo ocorre na educação formal?
A Televisão ou a “teleaulas” são responsáveis pela democratização ao acesso a conteúdos e informações que anteriormente estavam restritas a livros, apostilas, e outros recursos nem sempre de fácil acesso à maioria das pessoas.
Através das imagens é possível explorar um universo riquíssimo que pode contribuir de forma muito significativa na formação dos alunos, assim como estimular sua criatividade e sua percepção acerca da realidade sócio-cultural mais ampla.
Em uma aula é possível visitar algum país distante, conhecer costumes e características de outras culturas, vizualizar de forma mais dinâmica planetas, estrelas, vida submarina, o corpo humano, etc. Sem dúvida tais possibilidades enriquecem e dinamizam a processo de ensino e aprendizagem, devemos contudo atentar para o fato de que tais recursos são ferramentas e instrumentos do processo e não o objeto central das aulas e do currículo, caso contrário corremos o risco de substituir a interação professor-aluno e aluno-aluno, por um “telecurso”! Cabe ao professor compreender tal utilização como uma possibilidade e não como um fim.
A Televisão ou a “teleaulas” são responsáveis pela democratização ao acesso a conteúdos e informações que anteriormente estavam restritas a livros, apostilas, e outros recursos nem sempre de fácil acesso à maioria das pessoas.
Através das imagens é possível explorar um universo riquíssimo que pode contribuir de forma muito significativa na formação dos alunos, assim como estimular sua criatividade e sua percepção acerca da realidade sócio-cultural mais ampla.
Em uma aula é possível visitar algum país distante, conhecer costumes e características de outras culturas, vizualizar de forma mais dinâmica planetas, estrelas, vida submarina, o corpo humano, etc. Sem dúvida tais possibilidades enriquecem e dinamizam a processo de ensino e aprendizagem, devemos contudo atentar para o fato de que tais recursos são ferramentas e instrumentos do processo e não o objeto central das aulas e do currículo, caso contrário corremos o risco de substituir a interação professor-aluno e aluno-aluno, por um “telecurso”! Cabe ao professor compreender tal utilização como uma possibilidade e não como um fim.
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